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Artigos (18)

01 Jul

Quando vale a pena impulsionar publicações no Facebook? Respondido por Eric Santos, especialista em marketing digital

O Facebook se consolidou como um canal valioso para pequenas empresas atraírem o público, se relacionarem com ele e gerarem vendas - e isso vale tanto para B2C quanto para B2B.

Porém, nem todas as pessoas que curtem uma página efetivamente veem os conteúdos publicados nela. Uma opção que recomendo para contornar isso é impulsionar algumas publicações da sua empresa.

O Facebook tem um algoritmo que seleciona quais postagens cada usuário vê em seu feed de notícias. Recentemente a porcentagem média de fãs que visualizam as postagens de páginas caiu para apenas cerca de 3%. Por esse motivo, podemos dizer que para aumentar a sua audiência e gerar um maior engajamento com o seu público investir na promoção de posts na rede ajuda.

A opção de impulsionar publicações é uma maneira simples para impactar quem já é seu fã, fazê-los ver seus conteúdos e, por consequência, ter um maior envolvimento com sua empresa, produtos e serviços. Na própria publicação você pode selecionar o público que deve ser atingido por ela, definir um orçamento e a quantidade de dias que essa promoção deve durar.

Uma das vantagens de pagar para mais pessoas verem, curtirem e compartilharem seu conteúdo é o aumento da exibição orgânica do anúncio. Ou seja, a quantidade de pessoas que visualizam o post sem você pagar por isso. Um dos fatores do algoritmo do Facebook é justamente a interação do usuário com a página, o que faz com que suas futuras postagens sejam mais facilmente exibidas para esse público.

Um ponto de atenção que deixo aqui é não sair impulsionando qualquer publicação. Procure fazer isso com conteúdos com maior potencial para se espalhar ou que tenham um resultado esperado bem definido: conversões de uma oferta, confirmações em um evento, cadastro em uma página, etc. Invista o seu dinheiro onde ele pode gerar algum retorno.

O importante é testar: patrocine diferentes conteúdos, diferentes formatos, diferentes públicos, etc. Como não há uma fórmula universal, experimentar é a chave para descobrir o que melhor funciona para o seu negócio.
Eric Santos é especialista em marketing digital e CEO da Resultados Digitais.

02 Jun

Não demorou muito para o Google ser inundado com pedidos de “esquecimento” após a justiça europeia decidir que pessoas poderiam remover da busca links que julgassem prejudiciais à sua imagem. Já são mais de 12 mil pedidos desde que o formulário foi colocado no ar.

A empresa possui sistemas para remoção de conteúdo automatizados em outras plataformas, como o YouTube, mas eles não serão aplicados neste caso. Assim, cada formulário deverá ser analisado por humanos, que decidirão se o link será removido das buscas ou não.

Os dados apresentados pelo Google mostram que há casos muito sérios entre as solicitações de remoção. A empresa informa que 31% dos pedidos são ligados a casos de fraude, 20% são referentes a crimes sérios ou violentos, enquanto 12% tem a ver com prisões por pornografia infantil.

Antes de deletar um link, serão levados em conta se ele leva a informações desatualizadas sobre a pessoa e se há interesse público, contendo, por exemplo, dados sobre fraudes financeiras, negligência profissional, condenações penais ou sobre a conduta de funcionários de governo.

O fato é que, apesar de obedecer à demanda judicial, o Google não está satisfeito com a situação, devido ao fato de ter de equilibrar problemas de censura e de privacidade. Também não estão satisfeitos ativistas dos direitos digitais, como Raegan MacDonald, da Access, uma organização que defende a privacidade online. Em contato com a Reuters, ela diz que “empresas não deveriam receber a tarefa de ponderar sobre direitos fundamentais ou fazer decisões sobre adequação, legalidade ou relevância das informações publicadas.”

02 Jun

O Google pretende investir algo entre US$ 1 bilhão e mais de US$ 3 bilhões na construção e lançamento de satélites ao espaço para levar internet a regiões da Terra que não tenham conexão, segundo o Wall Street Journal.

Fontes do jornal afirmam que a gigante de buscas começará seu projeto com 180 satélites pequenos, mas de alta capacidade, que orbitarão o planeta em altitudes mais baixas que os satélites tradicionais.

A ideia inicial é gastar cerca de US$ 1 bilhão, mas o Google já sabe que, dependendo dos custos de desenvolvimento e infraestrutura, o valor pode subir muito, ainda mais porque a fase final do projeto prevê dobrar a instalação de satélites. Por isso pode ser que os gastos passem de US$ 3 bilhões.

Quem lidera a iniciativa é Greg Wyler, fundador da startup sobre comunicações via satélite O3b Networks, que se juntou ao Google recentemente. A companhia também estaria contratando engenheiros da Space Systems/Loral LLC. No total, há algo entre 10 e 20 pessoas se reportando a Wyler.

Esta não é a primeira iniciativa ambiciosa do Google na intenção de conectar os 2/3 do mundo que ainda não têm internet, a empresa também já anunciou planos de espalhar a rede via balões e drones.

Mas nem todo mundo acredita que o Google esteja fazendo um bom negócio. O consultor Roger Rusch disse ao WSJ que a companhia se surpreenderá ao perceber que mesmo a previsão de US$ 3 bilhões é otimista demais. Talvez os custos cheguem a US$ 20 bilhões, afirmou ele.

27 Mar

Aplicativos populares da Google Play foram contaminados com um vírus que faz os aparelhos com Android minerarem moedas digitais como Bitcoin, Litecoin e Dogecoin sem que as pessoas que fizeram os downloads saibam.

Diferentemente dos malwares convencionais, o que possibilita esse golpe só opera quando o aparelho está carregando, pois a mineração consome muita bateria, então se o dispositivo estiver na tomada o usuário pode não perceber que foi afetado.

O aparelho da vítima tende a esquentar muito e descarregar rapidamente, coisas que afetam sua vida útil, conforme explica a Trend Micro.

Em um caso, uma única pessoa conseguiu forçar donos de aparelhos com Android a minerar milhares de Dogecoins para ele a partir de apps como Football Manager Handheld e ToneIn Radio.

Essas aplicações estavam fora da loja do Google, mas a empresa de segurança achou o mesmo problema dentro da Google Play, e em apps que já foram baixados por milhões de usuários. Songs e Prized – Real Rewards & Prizes estão entre os afetados.

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